Sexta-feira, 26 de Abril de 2019
OFICIAL
Vale esclarece sobre ações de acolhimento realizadas em Barão de Cocais

Foram disponibilizados psicólogos, assistentes sociais e médicos no ginásio e nos hotéis para os moradores

Carol Vieira Publicado em 09/02/2019 - 15h35

Após o transtorno inicial causado pelo alerta de risco de rompimento da barragem Sul Superior da Vale, em Barão de Cocais, a mineradora apresentou as informações oficiais referente às ações que foram realizada para o acolhimento das famílias.

A população, que inicialmente estava sendo abrigada no ginásio poliesportivo do município, foi transferida para a Escola Municipal Nossa Senhora do Rosário, à Rua Padre Mauro Faria, 134. Lá, durante todo o dia, foram realizados protocolos de emergência.

De acordo com a empresa, 205 pessoas estão em hotéis e 188 em casas de parentes na cidade e região. A medida de segurança, que inclui o bloqueio de acessos às áreas evacuadas, ocorreu após a elevação do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM) para o segundo nível de emergência, por exigência da Agência Nacional de Mineração (ANM).

Foram disponibilizados psicólogos, assistentes sociais e médicos no ginásio e nos hotéis. A assistência visa a garantir, por exemplo, acesso a itens como medicamentos e alimentação especial para aqueles que necessitarem. Os trabalhos de visita e retirada das comunidades foram conduzidos por uma força-tarefa composta por equipes da Vale, Defesa Civil, Polícia Militar e Bombeiros civil e militar. Essa força-tarefa montou um posto de comando na Universidade Aberta do Brasil, no Bairro Cidade Nova, onde estão de prontidão para atender à população.

Já o acolhimento de animais está sendo realizado pelas autoridades com o apoio de veterinários e biólogos. Os animais retirados serão hospedados em uma fazenda na região, onde a empresa está providenciando aluguel da área.

A evacuação feita como medida preventiva retirou 500 moradores das comunidades de Socorro, Tabuleiro, Piteiras e Vila Congo, em Barão de Cocais. Segundo autoridades, 31 pessoas se recusaram a deixar suas residências.


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