Sábado, 25 de Maio de 2019
Saúde pública
Prefeitura desmente boataria de que monlevadense teria morrido vítima de H1N1

Mulher faleceu vítima de infecção generalizada (quadro séptico)

Publicado em 14/05/2019 - 11h22

A Prefeitura de João Monlevade, por meio da Assessoria de Comunicação, informou que uma monlevadense que ficou internada por 16 dias no Hospital Margarida morreu na última quarta-feira, dia 8, em decorrência de infecção generalizada (quadro séptico), e não em consequência de H1N1, a popular “gripe suína”, como chegou a ser difundido nas redes sociais.

Á reportagem da DeFato Online, o assessor de comunicação do município, Will Jhony, informou que, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, foi feito exame para verificar uma eventual suspeita de H1N1, mas os resultados ainda não chegram. Certo é, segundo a assessoria, que ainda que uma eventual suspeita de H1N1 se confirme, a causa da morte da monlevadense foi realmente infecção generalizada, o que desmente a boataria nas redes sociais atribuindo o falecimento à gripe suína.

Campanha de Vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe vai até dia 30 deste mês e protege contra os três subtipos do vírus: H1N1, H3N2 e um subtipo do tipo B, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

A principal atenção quanto à vacinação são as pessoas dos seguintes grupos de risco: Indivíduos com mais de 60 anos; Crianças de 6 meses até 6 anos incompletos (5 anos, 11 meses e 29 dias de idade); Gestantes; Mulheres que tiveram um filho nos últimos 45 dias (puérperas); Trabalhadores da área da saúde; Professores de escolas públicas e privadas; Povos indígenas; Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas; Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; População privada de liberdade; Funcionários do sistema prisional.

 


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