Sábado, 15 de Dezembro de 2018
HOSPITALIZADAS
Criança atingida por árvore no Tauá passa por cirurgia e funcionária do clube continua no CTI

As duas itabiranas continuam hospitalizadas

Publicado em 06/12/2018 - 09h48

A criança Rafaela Rodrigues Oliveira Chaves, 10 anos, que foi atingida durante a queda de uma árvore no Resort Tauá, no Distrito de Roças Novas, em Caeté, passou por uma cirurgia na tarde de ontem, 5 de dezembro, para tratar uma fratura no fêmur e um deslocamento na coluna. A monitora Thamires Viviane Batista, 31 anos, funcionária do resort, ainda continua no Centro de Tratamento Intensivo (CTI).

O incidente aconteceu durante um temporal na última segunda-feira (3) quando uma árvore caiu e acertou duas crianças e duas monitoras do clube. As crianças são alunas do Colégio Nossa Senhora das Dores, em Itabira, e estavam no resort em comemoração do encerramento do 5º ano do Ensino Fundamental.

A diretora do colégio, Luciene Alvarenga, disse que as duas alunas estão em hospitais particulares e Rafaela Chaves passou por uma cirurgia na tarde de ontem no Hospital Vila da Serra em Nova Lima. A monitora Karolayne Maria Souza Silva, 21 anos, ganhou alta ontem do Hospital de Pronto Socorro João XXIII em Belo Horizonte, onde Thamires Batista continua internada em estado grave.

A outra criança, Ana Luiza Chaves Oliveira, 10 anos, que sofreu traumatismo cranioencefálico, foi transferida para o Hospital Materdei. “Conversei com a família pela manhã e ela deve passar por uma série de exames agora durante a tarde, mas nenhuma das equipes, do João XXIII e do Materdei, vê necessidade de cirurgia imediata, então ela continua em observação”, contou a diretora.

O Resort Tauá, em nota, afirmou que “a empresa continua oferecendo toda assistência necessária às vítimas e respectivas famílias”. De acordo com a assessoria do Grupo Tauá, a árvore estaria saudável e não apresentava risco, segundo informações preliminares.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que investigadores e peritos estiveram no Tauá para verificar as circunstâncias da queda da árvore.

Na parte da manhã, choveu bastante e os alunos brincaram em espaços cobertos. Quando a chuva deu uma trégua, eles foram brincar na área da piscina, acompanhados de quatro professoras e monitores do hotel. A árvore que caiu ficava ao lado da piscina. No momento, não chovia nem ventava, de acordo com a diretora Luciene Alvarenga.

“Fomos assistidos prontamente pela equipe do Tauá. A preocupação principal era com a aluna que tinha um sangramento na cabeça. O primeiro atendimento foi feito pelos funcionários e, depois, chegaram os bombeiros”, conta a diretora. “Fizemos os contatos com as famílias, uma funcionária da escola foi para Belo Horizonte com os pais e depois a psicóloga da escola também seguiu para a capital, para acompanhá-los”.


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