Sábado, 25 de Outubro de 2014 -
SE SAIA BEM

As melhores e piores perguntas para se fazer em seis situações de trabalho

11/10/2013 08h20
DIVULGAÇÃO

NA ENTREVISTA DE EMPREGO

Pergunta infalível - "Quais são os principais desafios deste cargo?"

Pergunta falida - "Quanto vocês pagam?"

As regras da entrevista de emprego mudaram! "Hoje, o resultado de uma entrevista depende 40% da qualidade das perguntas que o candidato fizer", diz o consultor de gestão de pessoas Eduardo Ferraz, de São Paulo. Em uma pesquisa feita pelo site Career Builder, 29% dos recrutadores já desistiram de contratar alguém por causa de perguntas inapropriadas. Mostrar interesse pela vaga e suas responsabilidades (e não só pela remuneração) vai impressionar. Deixe o recrutador tocar no assunto salário. Quando ele der a abertura, você pode negociar o valor - isso mostra quanto é segura com seu trabalho!


COM O SEU CHEFE

Pergunta infalível - "Posso ajudar em mais alguma coisa?"

Pergunta falida - "Estou ocupada, pode passar isso para outro?"

Se você já terminou todo o seu trabalho, ofereça ajuda. Isso demonstra comprometimento e interesse. Mais: permite que você ganhe novas responsabilidades. Se já cumpriu o esperado, pode pedir para se envolver em outro projeto que tenha despertado seu interesse. Não existe milagre: suas chances de promoção crescem conforme você mostra que é capaz de assumir mais funções do que as designadas a você.


NA FESTA DA FIRMA

Pergunta infalível - "O que curte fazer aos finais de semana?"

Pergunta falida - "Por que você veio desacompanhada?"

Não é porque o ambiente é descontraído que você está liberada para agir como se estivesse rodeada por amigos. Você não está. Portanto, as perguntas precisam ser certeiras e simpáticas - o objetivo é construir relacionamento com quem passamos mais de oito horas por dia e aumentar o network. Falar sobre trabalho é permitido. Mas ninguém quer voltar ao assunto da reunião daquela tarde. O segredo é achar o meio-termo entre o pessoal e o profissional. Não entre em tópicos muito íntimos nem faça fofocas. Dar indiretas para justificar um aumento de salário ou ficar se vendendo insistentemente também são ciladas que podem transformar você em persona non grata.

DEPOIS DE UM GRANDE PROJETO

Pergunta infalível - "Como você avalia o meu desempenho?"

Pergunta falida - "O meu trabalho foi o melhor da equipe?"

Não importa se você é enfermeira, professora ou dona de uma empresa. É inteligente pedir ao seu supervisor ou mentor um feedback sobre sua performance ou execução de algum projeto. Mas não precisa encurralar ninguém no banheiro ou no corredor do escritório. Mande por e-mail um convite para tomarem um café e discutirem seu desempenho. Dessa forma, a pessoa terá tempo para refletir sobre as críticas e dar respostas mais honestas a você. O próximo passo? Correr atrás do prejuízo.


EM UMA REUNIÃO

Pergunta infalível - "Você pode me explicar melhor as suas ideias?"

Pergunta falida - Qualquer uma que coloque o colega em uma saia justa, como "Você pode explicar melhor aquela parte pela qual passou tão rapidamente?"

A chave para demonstrar que estava interessada na reunião não é fazer perguntas superficiais, apenas para justificar sua participação - aliás, é o que define os profissionais hiperativos (e hiperchatos). É preciso ter muito foco. Por exemplo, se alguém faz uma apresentação e diz que é capaz de aumentar os lucros da empresa em 10%, questione quais são suas ideias e propostas. E, claro, contribua com as suas. As melhores perguntas são aquelas que geram novas discussões e enriquecem o trabalho em equipe. Participar ativamente (e não estar lá apenas para preencher cadeira) demonstra interesse. Então, deixe o celular de lado e mantenha uma postura ereta na cadeira - você não está no sofá de casa. A ocasião é uma boa oportunidade para mostrar toda a sua inteligência, mas colabore, sem atropelar quem está coordenando a reunião.


EM UMA CONFERENCE CALL

Pergunta infalível - "Vamos recapitular tudo o que falamos até agora?"

Pergunta falida - Qualquer uma feita com um tom de voz alterado

Esse tipo de encontro corporativo é um dos mais complicados, pois você não está vendo as expressões faciais ou os movimentos do corpo dos participantes - a não ser que seja por Skype. E essa falta de contato visual pode atrapalhar na hora de fazer perguntas, já que fica difícil perceber a reação. É importante ter e dar feedback durante toda a conversa, além de retomar o que foi combinado com o colega algumas vezes durante o call para reforçar o acordo e evitar mal-entendidos. "Preste atenção no que o outro está falando para não voltar a um assunto que já foi discutido", diz a diretora de carreira Claudia Monari, do Career Center. Sim, dá para perceber se o outro está disperso - mesmo por telefone. Então, feche o Facebook e a caixa de e-mails, deixe o celular no silencioso e dedique seu tempo exclusivamente àquilo. O sucesso da negociação pode depender da sua atenção. (M de Mulher)

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